O Nosso Riso

O fato é que são recorrentes as tentativas de relativização dos temas de direitos humanos. Vivemos em uma sociedade em que até te permitem ser gay, desde que não seja “afeminado” ou queira demonstrar seu amor em público; que te deixa ser mulher contanto que não seja lésbica, trans ou “piranha”; que é capaz de consentir a convivência com negros/as, desde que não estejam nos bancos de universidade ou usando jalecos e estetoscópios. Essa hipocrisia coletiva quer livre direito para se expressar sem embaraços.

O historiador Durval Muniz escreve aos domingos na agência Saiba Mais

Quem é humano?

A pergunta deixa claro que não é pacífica a humanidade dos humanos, que essa condição de humano é objeto de disputa e de dissenso, que, portanto, trata-se de uma questão política e ideológica a atribuição de humanidade aos seres humanos.

João Victor escreve aos sábados

O equilíbrio da balança

Por anos, veículos como Veja, Istoé e O Globo construíram uma narrativa tóxica sobre a organização dos setores progressistas e de suas lideranças, ao passo que reforçam uma defesa oficiosa de propostas impopulares, como a reforma da previdência. Forçando ao público uma agenda neoliberal e de retirada de direitos.