Ana Clara Dantas escreve às sextas-feiras

Como morre um homem comum

O homem ordinário pensa que é super-homem. Não tira férias, não folga, não vai ao cinema, não lê, não conversa, não chora. É só e dá conta de tudo. Renuncia às banalidades da vida, perde seu brio. Essa gente ordinária deseja ter o poder da invisibilidade