CIDADANIA

Morre o músico potiguar Eri Galvão, jurado de Samba-Enredo das escolas de samba do Grupo Especial

Dos 73 anos que o músico potiguar e produtor Eri Galvão teve de vida, 34 foram dedicados ao júri das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro do quesito samba-enredo. Eri faleceu nesta segunda (15), no Hospital Pró-Cardíaco, no Rio de Janeiro. A causa da morte não foi divulgada.

Eri Galvão nasceu em Natal, mas já morava no Rio de Janeiro desde a década de 80. Antes de se mudar para o Rio, ele foi radialista e comandou um dos primeiros programas que unia música e entrevista no Rio Grande do Norte, o “Painel Musical”, da TV Universitária. O potiguar era um entusiasta da música brasileira, estudioso da Bossa Nova e tocava violão no Vinícius Piano Bar, no famoso bairro de Ipanema. O potiguar vem de uma família de artistas, como os compositores Babal, Galvão Filho e João Galvão.

No Rio de Janeiro Eri também trabalhou no SESC Nacional como produtor do “Projeto Brasileirinho”, ao lado de artistas como, Altamiro Carrilho, Paulinho da Viola, Martinho da Vila, conjunto Coisas Nossas e João Nogueira, entre outros. No ano de 2002, ele lançou o primeiro disco solo “Todos os sentidos”, com direção musical de Babal e projeto gráfico do Galvão Filho, seus irmãos.

A Fundação José Augusto emitiu nota de pesar pela morte do músico. O velório está programado para acontecer nesta terça (16), das 9h às 16h, no Cemitério Parque da Colina, em Niterói. A cerimônia de cremação será realizada na tarde de quarta (17), apenas com a presença de familiares.

NOTA DE PESAR

A Fundação José Augusto (FJA) lamenta profundamente a morte do produtor musical e compositor potiguar Eri Galvão, ocorrida aos 71 anos, nesta segunda-feira (15) no Rio de Janeiro, onde estava radicado há décadas.
Eri atuou como radialista e criou programas de sucessos nacionais e internacionais no rádio potiguar e durante anos, além de apresentar “Painel Musical”, um dos primeiros programas de música e entrevista da televisão do Rio Grande do Norte “..
Já no Rio de Janeiro trabalhou no SESC Nacional como produtor do “Projeto Brasileirinho”, ao lado de artistas como, Altamiro Carrilho, Paulinho da Viola, Martinho da Vila, conjunto Coisas Nossas e João Nogueira, entre outros.

Desde 1988 participava como julgador no quesito Samba-Enredo no desfile das Escolas de Samba do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro. Como musico atuou na noite carioca e fez apresentações internacionais.
Em 2002 lançou o primeiro disco solo “Todos os sentidos”, CD com direção musical de Babal e projeto gráfico do Galvão Filho, seus dois irmãos.
Eri Galvão era artista reconhecido além das fronteiras do Rio Grande do Norte com vasto currículo como produtor.

A FJA expressa pesar a familiares e amigos deste grande artista que contribuiu para o desenvolvimento da música potiguar.

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