OPINIÃO

A coalização da morte: um novo grupo político no país da covid-19

Já ultrapassou as DUZENTAS E SETENTA MIL MORTES, e eu coloco em letras maiúsculas para os que ainda defendem esse Mandrião Genocida, tomem vergonha na cara e reavaliem suas posturas. Os números alarmantes, revelando completo descontrole do tal “plano nacional de vacinação”, coordenado pelo general Pazuello, vão de norte a sul desse país.

O que escrevo nada tem de novidade, mas é preciso, de forma intermitente, apontar o dedo para aqueles que cumpliciam com a ação genocida daquele que deveria estar a frente dessa guerra em defesa da vida. Basta de ficar assombrado com a falta de humanidade desses indivíduos, pois eles, ao longo dos anos, arregimentaram apoios dentro da sociedade, e estes grupos hoje sustentam esse genocídio sanitário.

Formou-se, depois de 2013, naquelas “jornadas de junho” que tiraram das cavernas da ignorância uma malta reacionária e truculenta, que rapidamente “evoluiu” para o neofascismo, abraçado por setores sociais que, até então, estava dentro dos armários da civilização.

Pastores do mal, que usam a religião para destilar toda sua fúria ignorante, oportunista e criminosa; padres reacionários, que se insurgiram, inclusive, contra o próprio discurso do Papa Francisco, e mergulharam no reacionarismo; empresários pilantras, loucos pelo dinheiro público e contrário a qualquer forma de política governamental que dê direitos aos trabalhadores; corporações que se comportaram como linha de frente dessa turba medieval; segmentos das forças armadas, saudosistas e oportunistas, que começaram a meter-se na política, culminando com o apoio direto e ostensivo à fraude eleitoral de 2018, hoje revelada claramente; vasto segmento dos policias militares, capturados pelo discurso anti-Direitos Humanos; políticos oportunistas, que vendem seus eleitores para conseguirem manter seu status quo, sem nenhum constrangimento; parte da classe média, alçada à modernidade em 2003 e tornada recalcada e ressentida, por uma crise econômica e que, movida por esse ressentimento, aderiram ao neofascismo; meios de comunicação que forjaram um engodo midiático que possibilitou a eleição, via fake News, do Mandrião Genocida.

É necessário que a parte da sociedade que não mergulhou nesse esgoto, passe a falar, acusar e cobrar que o que resta da institucionalidade republicana, reaja e comece a enquadrar essa caterva no âmbito da Constituição e as leis desse país.

As mortes derivadas da COVID-19 são de responsabilidade direta de um governo mixuruca, cujo maior “feito” foi enviar uma nau catarineta para Israel, a fim de “obter informações” sobre o spray que “cura a doença”. Obviamente que essa palhaçada não produziu nenhum efeito prático e o país continua vendo o Mandrião nada fazer, a não ser ranger os dentes. O que todas as quintas-feiras o país vê, é uma live, que mistura surtos do Estado Islâmico, com o Casseta e Planeta, um devaneio doentio que revela o grau de prostração da nação brasileira.

Enquanto morrem brasileiros e outros milhões ficam com sequelas, outros milhões estão condenados a deambular em busca de sobrevivência, sujeitos ao comportamento errático de uma equipe econômica rasteira e a um parlamento que, infelizmente, está cheio de elementos deprimentes e maldosos, como é o caso exemplar da nova presidenta da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara de Deputados, Beatriz Kicis Torrents de Sordi, a tal de Bia Kices, “bolsonarista-raíz”.

A sociedade deve reagir com firmeza. Só assim salvará a vida dos brasileiros. É a civilização contra a Coalizão da Morte.

 

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