DEMOCRACIA

Assassinato de pré-candidato a prefeito de Janduís pelo PSOL completa 70 dias e polícia ainda não prendeu nenhum suspeito

A polícia civil do Rio Grande do Norte ainda não prendeu nenhum suspeito de matar a tiros o empresário e pré-candidato a prefeito de Janduís pelo PSOL Raimundo Gonçalves de Lima Neto, conhecido na cidade como Neto de Nilton.

O crime aconteceu dia 11 de abril, próximo à fazenda dele, na região rural do município. O PSOL estadual crê em motivação política. Pesquisas de intenção de voto apontavam o empresário como favorito para as eleições no município em 2020, com o apoio de metade dos moradores.

Na época do assassinato, a governadora Fátima Bezerra (PT) prometeu empenho da secretaria de Segurança Pública nas investigações. Dirigentes do PSOL nacional, como o presidente da sigla Juliano Medeiros, e representantes da legenda no Rio Grande do Norte, a exemplo do deputado estadual Sandro Pimentel, cobraram uma solução rápida para o caso.

A assessoria de comunicação da polícia civil informou que o inquérito segue aberto e que as investigações seguem sob sigilo. O órgão disse que até o momento ninguém foi preso.

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Rafael Duarte
Jornalista e autor da biografia "O homem da Feiticeira: A história de Carlos Alexandre"

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