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Bruno Covas e Kalil determinam o fechamento do comércio em São Paulo e Belo Horizonte

Os comerciantes de São Paulo e Belo Horizonte serão obrigados a fechar as portas para atendimento ao público presencial.

O prefeito Bruno Covas assinou decreto nesta quarta-feira (18) determinando o fechamento do comércio na cidade de São Paulo a partir de sexta-feira (20) até o dia 5 de abril, por causa da crise do coronavírus. São Paulo é o estado com maior número de contágio e já registrou quatro mortes pelo coronavírus.

“As lojas poderão continuar a funcionar para balanços, entregas delivery, inventário, pequenas reformas. Mas atendimento presencial fica proibido a partir de sexta-feira”, esclarece o prefeito de São Paulo.

De acordo com Bruno Covas, apenas padarias, farmácias, restaurantes e lanchonetes, supermercados, postos de gasolina e feiras livres não serão fechados e terão autorização de funcionamento durante o período de vigor do decreto.

Para continuarem funcionando, porém, os restaurantes e lanchonetes da cidade terão que obedecer a distância mínima de um metro entre as mesas, além de intensificarem as ações de limpeza e disponibilizarem álcool gel aos clientes e informações sobre a Covid-19 nos estabelecimentos.

Nesta quarta, o governador de São Paulo, João Doria, recomendou o fechamento de shoppings e academias da grande São Paulo a partir do dia 23.

Minas Gerais

Em Belo Horizonte, bares, restaurantes, academias, clubes e qualquer estabelecimento de acesso público que aglomere mais de 10 pessoas estão proibidos de funcionar. Em edição extra do Diário Oficial do Município (DOM), publicada na tarde desta quarta-feira (18), o prefeito Alexandre Kalil (PSD) determinou a suspensão dos alvarás de funcionamento dos empreendimentos a fim de barrar o avanço da epidemia de COVID-19, que até o momento já tem 10 casos confirmados na capital.

A medida vem como resposta à suposta atitude do governador Romeu Zema (Novo), que, de acordo com Kalil, recuou na decisão de determinar o fechamento a nível estadual. Em seu Twitter, o prefeito disse que “como o governo do Estado recuou nas providências que deveria tomar, anunciarei amanhã [quinta-feira, 19], às 12h, novas medidas”. O anúncio, no entanto, foi adiantado.

Fontes : Brasil 247 e jornal O Tempo

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