TRANSPARÊNCIA

Com redução de casos, UTI’s Covid-19 são revertidas para atendimento a pacientes de outras patologias

Diante da queda na solicitação por novos leitos, as Unidades de Tratamento Intensivo (UTI’s) que antes estavam destinadas a pacientes com covid-19 estão sendo convertidas, gradativamente, em UTI’s para atendimento de outras patologias. A mudança já começou a ser feita nos hospitais João Machado, Tarcísio Maia e na Regional do Seridó.

No Hospital João Machado, por exemplo, dos 20 leitos de UTI geral, cinco foram revertidos e 15 continuam abertos para pacientes com covid-19. Também foram revertidos outros dez leitos Covid no Hospital Central Coronel Pedro Germano (Hospital da Polícia Militar) e mais cinco leitos semi-intensivos no Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró.

No caso do Hospital Regional Telecila Freitas Fontes, em Caicó, a previsão é que a unidade tenha dez leitos de UTI Covid transformados em leitos gerais ainda esta semana. O que também vai acontecer no Hospital Rafael Fernandes, em Mossoró, os leitos covid-19 serão transformados em unidades para doenças infectocontagiosas.

Na manhã desta quarta (14), o Rio Grande do Norte tinha um total de 351.778 casos, sendo 315 notificados e confirmados nas últimas 24 horas. A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) ainda investiga outros 164.102 casos suspeitos e está acompanhando mais 194.181 casos da doença. Até o momento, o RN tem 6.948 óbitos confirmados, sendo dois nas últimas 24 horas, nas cidades de Alexandria (1) e Pilões (1).

Também na manhã de hoje o RN tinha 180 leitos disponíveis e um paciente na lista de espera na região metropolitana de Natal. Dos 25 hospitais com leitos críticos (semi-intensivos e UTI’s) para pacientes com covid-19, três ainda apresentam 100% de taxa de ocupação: o Hospital João Manoel Lucas de Miranda (Guamaré), o Hospital Maternidade do Divino Amor (Parnamirim) e o Hospital Regional de João Câmara. No RN, a média geral de ocupação está em 52,4%, baixa para 32,4% no Seridó, sobe para 51,9% na região metropolitana da capital e tem nova alta, passando a 60,4% da região Oeste. Os dados em tempo real podem ser consultados na plataforma de Regulação do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Lais/ UFRN).

Gráficos: Sistema de regulação Lais/ UFRN

 

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