+ Notícias

Comunidade internacional condena ataques que deixaram pelo menos 290 mortos no Sri Lanka

Do portal ONU Brasil

Pelo menos 290 pessoas foram mortas e mais de 500 ficaram feridas em uma série de explosões dentro de igrejas e hotéis no Sri Lanka, conforme cristãos se reuniam para celebrar a Páscoa.

Em comunicado, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse estar “chocado com os ataques terroristas” e pediu que os responsáveis sejam “rapidamente levados à justiça”.

De acordo com a imprensa internacional, três igrejas foram alvos, nas cidades de Batticaloa, Negombo e na capital, Colombo. Quatro hotéis, todos na capital, também foram atingidos.

Até o momento, nenhum grupo reivindicou responsabilidade pelos bombardeios suicidas. Segundo relatos da imprensa, a polícia prendeu sete pessoas por ligações com os ataques.

Em comunicado emitido por seu porta-voz, o chefe da ONU expressou “suas mais profundas condolências às famílias das vítimas, ao povo e ao governo do Sri Lanka”, além de desejar rápida recuperação aos feridos.

Guterres elogia liderança do Sri Lanka

O secretário-geral também elogiou “a liderança demonstrada pelas autoridades e a união do povo do Sri Lanka após os ataques”.

Em publicação no Twitter, a coordenadora residente das Nações Unidas para o país, Hanaa Singer, disse que a ONU “condena veementemente os horríveis ataques realizados contra civis e fiéis”.

A presidente da Assembleia Geral da ONU, María Fernanda Espinosa, também expressou “profunda tristeza” em publicação no Twitter. Ela disse que seus pensamentos estão com o povo do Sri Lanka, “afetado por outro ato de violência sem sentido”.

“Precisamos nos unir em nossa humanidade comum para condenar estes ataques hediondos e parar de mirar pessoas inocentes que praticam sua fé em paz”, acrescentou.

A sangrenta guerra civil de 26 anos do Sri Lanka entre forças do governo e separatistas no norte do país terminou em 2009 com a derrota dos rebeldes. Desde então, houve casos esporádicos de violência, alguns deles contra minorias religiosas.

Clique para ajudar a Agência Saiba Mais Clique para ajudar a Agência Saiba Mais
Artigo anteriorPróximo artigo

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *