CULTURA

Escritor revela em livro segredo da cartomante

Como é peculiar ao cronista registrar olhares atentos sobre seu tempo, o livro “A Cartomante que Adivinha o Presente”, do escritor e professor Theo Alves, faz isso reunindo crônicas que versam especialmente em torno dos desdobramentos da pandemia.

A obra foi premiada pela Lei Aldir Blanc, através da Fundação José Augusto, em edital que contemplava a publicação de livros. Além disso, a publicação semanal das crônicas no portal Potiguar Notícias também rendeu o Prêmio de Protagonismo Cultural ao autor pela mesma instituição, reconhecendo essas crônicas como material artístico importante para o enfrentamento da pandemia.

Com texto elegante e poético, bem cuidado nas imagens e reflexões que oferece ao leitor, a obra é um portal para a discussão de velhos hábitos e suas possíveis mudanças, bem como o olhar para o que vivemos e as transformações de que somos parte, ganhando uma importância ainda maior por ser compreendida como um registro singular deste momento.

Os temas abordados pelas crônicas dizem respeito ao momento histórico singular pelo qual as pessoas estão passando, permitindo que os textos levem aos leitores uma possibilidade de reflexão e contemplação acerca destes tempos e de questões que os tocam: o isolamento, a saudade, as singularidades do novo contexto em que nos encontramos, as reações diante do que a pandemia nos trouxe, o sofrimento e a morte de milhares de vítimas.

Além disso, as crônicas deste livro também convidam a um olhar poético sobre a realidade, os pequenos acontecimentos e descobertas possíveis dentro de uma nova realidade inesperada e exigente de criatividade para uma sobrevivência saudável e digna diante do que aconteceu às pessoas e do que ainda está por vir.

Sobre o autor:

Theo G. Alves nasceu em dezembro de 1980, em Natal, mas cresceu em Currais Novos e mora em Santa Cruz, no Rio Grande do Norte. Foi premiado em concursos nacionais e locais tanto por sua prosa quanto pela poesia. Publicou os livros “Pequeno Manual Prático de Coisas Inúteis”, “A Máquina de Avessar os Dias” e “Doce Azedo Amaro”, todos de poesia; “Por que Não Enterramos O Cão?”, de contos; e “A Cartomante que Adivinha O Presente”, de crônicas”. Theo também é fotógrafo e continua escrevendo, entre silêncio e barulho, por acreditar na palavra como um caminho possível e necessário.

 
Contatos:
Facebook: /theo.alves.71
Instagram: @theoalvesphoto
E-mail: prof.theoalves@gmail.com
Telefone/Whatsapp: 84 99892-7822

 

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