TRANSPARÊNCIA

Funcionalismo volta a ter calendário de pagamento no RN após 8 anos de incertezas

Os servidores estaduais do Rio Grande do Norte voltam a receber o pagamento em dias fixos a partir de fevereiro. O governo do Estado divulgou um calendário com datas até dezembro. De fevereiro a dezembro, os servidores que ganham até R$ 4 mil e os agentes da Segurança receberão seus provimentos integralmente no dia 15 ou 14, a depender do mês, e os demais receberão 30% nesse dia e o restante no último dia do mês. Os servidores dos órgãos de arrecadação própria continuarão recebendo no último dia útil. O anúncio foi feito na reunião do Fórum dos Servidores, realizada no Auditório da Governadoria.

Essa era a principal reivindicação da categoria nos últimos anos. Durante as gestões de Rosalba Ciarlini e, especialmente no Robinson Faria, os salários começaram a ser pagos sem dias certos e até fora do mês trabalhado. O último governo a divulgar um calendário de pagamento foi a gestão de Wilma de Faria.

A governadora Fátima Bezerra não participou da reunião onde o calendário foi anunciado, mas ressaltou o trabalho da atual gestão em pagar em dia o funcionalismo

“Há muitos anos que o funcionalismo não fazia ideia de quando iria receber seus provimentos. Mas desde o ano passado, temos tido o compromisso de garantir o pagamento no mês trabalhado e este ano decidimos elaborar o calendário anual para que todos possam se organizar”, disse.

Atrasados

A equipe econômica do governo também confirmou para 15 de fevereiro o pagamento da folha atrasada de novembro de 2018 para os servidores que recebem acima de R$ 5 mil. Com isso, das quatro folhas atrasadas herdadas da gestão passada, o governo Fátima honrará duas até o próximo mês.

Já em relação às folhas de dezembro e o 13º salário de 2018, o Governo afirmou que começará a discutir alternativas após o dia 15 de fevereiro.

Segundo o secretario do Estado do Planejamento e das Finanças Aldemir Freire, as datas de pagamento do 13º salário de 2020 só serão divulgadas no segundo semestre:

“Por uma questão de prudência, definiremos o 13º de 2020 no meio do ano. Até lá, teremos condições de ter uma visão mais concreta da arrecadação do governo”, disse.

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