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Golpe que instaurou ditadura no Brasil “foi necessário para que o Brasil não se tornasse uma ditadura”, diz ministro

O ministro das Relações Exteriores do governo Bolsonaro, chanceler Ernesto Araújo, participou nesta quarta-feira (27) de uma sessão da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional.

Questionado sobre o golpe de 1964, um dia depois do presidente Jair Bolsonaro determinar que o ministro da Defesa comemore nas unidades militares o golpe de 1964, Araújo afirmou que não reconhece o golpe e ainda foi além.

Segundo o chanceler, o golpe que depôs o presidente da República João Goulart e que implantou uma ditadura no Brasil “foi um movimento necessário para que o Brasil não se tornasse uma ditadura”, disse.

Alguns parlamentares tentaram continuar no debate, mas o presidente da comissão, Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do presidente da República e admirador do torturado Carlos Brilhante Ustra, impediu a sequência.

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