OPINIÃO

Meu Chiquinho

Aí vem um corno desqualificado e reincidente, mal amado e mal amante, recalcado, despeitado com as porradas que a vida lhe dá todo dia por conta da sua ignorância, tipo do idiota que ainda torra o dinheiro suado que recebe do trabalho mal remunerado e ameaçado, falar mal do meu Chiquinho.  Aqui não, quadrúpede alienado! Com sua boca suja da baba do fel da revolta e da vergonha, mal lavada,  dizer que meu Chiquinho deveria se preocupar com os pedófilos da Igreja Católica e não se meter a falar mal dos juízes. Dos juízes, não, desse infeliz das costas ôca, na verdade, quis defender o seu herói destroçado, desmoralizado, acovardado, enterrado, Sérgio Moro.

Vai descarregar tuas mazelas nos teus iguais, filho de uma cadela eternamente no cio! Vai descobrindo aí os caminhos indicados por Dante e sai das minhas redes sociais! Uma milacria da tua qualidade eu não aceito. Bloqueio, pois  tenho nojo até de ver essa cara de bode quando mastiga urtiga e o repetir maçante nesse português horroroso:  “Lula tá preso! Lula tá preso!” Por isso que as tuas galhas só aumentam, seu indecente. Crescem teus chifres enquanto tu, de olhos fechados, em transe da demência, não vê o pregador sem vergonha que fala chiando igual a panela de pressão (quase todos eles usam desse artifício ridículo)  curruchiando a tua mulher que, evidente, já não aguenta mais nem ver tua cara de caboré em noite sem lua. O pior disso tudo é que no fim do culto o desavisado ainda passa o mísero cartão “sem” crédito para o dízimo dos bandidos.

Procura outro sítio, imbecil! Vai em busca da tua turma, dos teus iguais canalhas que estão adorando levar fumo – reforma trabalhista e reforma da previdência – e ainda acha que está tudo bem somente porque o PT não está mais no governo. Se dana daqui, fora do meu insta, microblog e face! Minhas redes sociais não produzem capim e  não aceitam as patadas de um cavalo manco e ronco, perebento e fedorento! Vai azucrinar a pata que o pôs, colocar uma cangalha bem ajustada nas costas, de preferência amarela da cor da seleção, numa preparação já  para os próximos encontros com o teu mito, teu homem duplicado de Saramago.

Quem és tu, monte de lixo, falando mal de Chiquinho… escanecendo da morte de PHA. o que também já havia feito sobre o câncer de Dilma, a morte de Dona Marisa e depois do netinho do Lula. Tu é muito podre, seguidor de Malafaia! Tu é muito repelente, bajulador de Edir Macêdo! Não existe definição para uma aberração da natureza de sua laia, pior é que iguais a ti existem aos montes.

Esses vermes purulentos surgiram, como que saídos de um conto de terror, de um poema doentio de Augusto dos Anjos, como que brotados do chão enlameado de uma terra infértil, adoecida pelos agrotóxicos liberados pelo capeta chefe no seus poucos meses de desgoverno.

Eu não tenho paciência para o teu esgar, os teus arrôtos de sujeiras, maledicências e mentiras que você vai juntando nos vários sites desmoralizados, criminosos fabricantes de fake news podres desde a malfadada eleição da tua aberração da vez. Não sou, definitivamente, da tua laia, pois prefiro não ver, ainda,  quantas artimanhas podres de teus ídolos terás que responder, justificar, e pior, sem ter como, apenas com a repetição das ladainhas já conhecidas sobre a prisão do Lula, os crimes sem provas, e o fato de o PT ter afundado o Brasil mesmo tendo elevado o país à condição de sexta economia do mundo.

Vai simbora, carniça! Vai orar junto a Damares no pé da goiabeira, compra um pacote de “pão dormido” para jogar na lagoa do “Marreco de Maringá”; redobra os pedidos aos teus ladrões de estimação para que eles se livrem da perseguição implacável dos meninos do The Intercept; se pegue com o “Pavão Misterioso”, os canalhas do Antagonista, se segure na bancada da Globo aos pés de Bonner Simpson e faça um périplo pelas rádios e radialistas que ainda encontram motivos, parece piada, para defender a quadrilha de Curitiba que afundou o nosso país somente para não deixar que Lulinha fosse candidato a presidente do Brasil.

Para encerrar, seu boquirrôto desprezível, deixe eu lhe dizer que, por conta do meu Papa Chiquinho, acredite, nem raiva e inveja de Messi eu tenho mais, mesmo ouvindo os doidos hermanos dizer que ele é melhor que Pelé. Chiquinho é a nossa sombra e água fresca nesse deserto de zumbis enlouquecidos sedentos de sangue; Chiquinho é a voz dos pobres, negros,  desvalidos, desempregados, e de todas as minorias ignoradas. Chiquinho é nossa luz, a minha luz, mesmo sendo um católico sem missa, sem perfil de garantia que diz assim: “sou cristã temente a Deus”. Sou Chiquinho porque sei, porque sei que ele é sim, nesse mundo de tanto pulha usando o nome de Deus em vão, inclusive na igreja dele, o verdadeiro representante dos ensinamentos do comunista Jesus de Nazaré.

 

 

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Edmo Sinedino
Edmo Sinedino é jornalista, ex-jogador de futebol e escreve aos domingos

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