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Morre paciente potiguar com covid-19 e suspeita de variante indiana

ATUALIZAÇÃO às 12h11

O paciente do Rio Grande do Norte com suspeita de infecção pela variante indiana da Covid-19 (identificada como B.1.617), morreu nesta quarta-feira (2). O caso investigado é de um homem adulto, que estava internado em UTI e em estado instável, em um hospital de Natal. Caso seja confirmado, esta será a primeira morte envolvendo a nova variante no Brasil.

O paciente, que tinha 29 anos e é do Maranhão, teve contato com um dos casos confirmados de contágio pela cepa indiana durante viagem aérea, segundo informações da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap). O contato se deu com um caso confirmado da doença no Maranhão, onde o paciente, que também é um homem, está cumprindo isolamento domiciliar e não apresenta sintomas graves da doença.

Esse primeiro caso suspeito da variante indiana foi registrado no Rio Grande do Norte na segunda (31). O paciente potiguar teve confirmação de contágio pela Covid-19, mas ainda não se sabe por qual variante ele foi infectado. As amostras foram enviadas para análises genéticas para o Instituto Evandro Chagas, no Pará. A expectativa é que o resultado não demore a sair.

O Brasil tem até o momento oito casos confirmados da variante indiana: seis deles no Maranhão, um no Rio de Janeiro e um em Juiz de Fora (MG). Não foram confirmadas mortes pela nova cepa até o momento. O Ceará e o Distrito Federal apresentaram casos suspeitos, porém descartados.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a variante indiana é mais contagiosa, no entanto, ainda não se sabe se ela também está associada a uma maior letalidade e possibilidade de reinfecção.

Outro paciente em monitoramento

A Sesap também monitora um paciente de voo Guarulhos-Rio de Janeiro com caso confirmado para variante indiana. Durante a investigação, foi verificado que o paciente tem uma linha de celular com o código de área do Rio Grande do Norte, mas que se encontrava no Rio de Janeiro desde o desembarque do voo em que teve contato com o caso confirmado. O caso foi repassado para monitoramento da vigilância do outro estado.

Atualmente, a Sesap monitora duas pessoas procedentes de voos internacionais, que devem ficar em isolamento domiciliar por 15 dias após o desembarque em solo brasileiro.

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