OPINIÃO

O delírio ideológico de um presidente desqualificado: a revolta anti-vacina

Desde 1° de janeiro de 2019, por opção de 57 milhões de brasileiros, o país mergulhou numa orgia obscurantista e anti-civilização e a pandemia expõe as entranha putrefatas dessa “insanidade governativa”, instalada pelo governo federal, que tornou o país um exemplo internacional de descaso com a vida das pessoas. Um “pequeno füher” que governa como um empregado de segundo escalão do governo dos EUA, tornando o país uma república fajuta e dirigida por uma horda destrutiva.

Dessa vez o presidente, que se alimenta de confusão, resolveu transformar a vida das pessoas numa picuinha política com o governador de São Paulo, João Dória, que também não é flor que se cheire, ao simplesmente DESAUTORIZAR, nesta quarta-feira (21), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, a comprar 46 milhões de doses da Coronavac – vacina mais avançada contra a Covid-19 –, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac e que será produzida pelo Instituto Butantã, no Brasil.

Além de ter condenado a morte mais de CENTO E CINQUENTA E QUATRO MIL BRASILEIROS, com sua atitude irresponsável diante da pandemia e que agora lidera uma “cruzada sombria” contra o combate a pandemia, criando um discurso que pode ser entendido como a “liberdade de morrer e matar”, posto que o presidente vive dia e noite defendendo que a vacina não seja obrigatória, e sua malta já relincha nas redes sociais defendendo esse delírio.

Mas não bastou isso. Ele, na sua ânsia de agradar seu “chefe”, Trump, e ouvindo seus amigos invisíveis, que ajudam a alimentar sua sanha contra o povo brasileiro, agora declara, de vez, guerra à vacina chinesa, que na visão distorcida do presidente delirante, talvez porque ele e sua matilha criaram a “vacina comunista” e tenta impedir, por meios truculentos e INCONSTITUCIONAIS, a compra da vacina pelo BraZil.

Pazuello, um patético general que aceitou ser comandado por esse genocida assumido, reuniu-se com os governadores num dia, e aceitou comprar a Coronavac, e no dia seguinte, de forma cretina, publicou uma nota dizendo que “não foi bem assim”.

Essa cruzada de Bolsonaro contra a vida é apenas mais um elemento constitutivo de um representante dos interesses dos Estados Unidos, chegando a tratar a bandeira daquele país como uma espécie de “segunda bandeira” nacional e tanto a economia, como as questões sociais e a saúde, estão entregues a uma súcia desqualificada, comandadas por um sujeito que não tem caráter e nem preparo para ser presidente de um país que tem mais de 210 milhões de habitantes.

As pessoas que votaram nesse elemento e que tem um pouco da capacidade cognitiva devem estar se questionando sobre o seu voto; e os que continuam abraçadas a esse ser medieval, representam a deformidade social que fez adoecer a sociedade brasileira.

Estamos entregues a um mensageiro da Morte.

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