OPINIÃO

Por que a extrema-direita cresce em todo mundo II: as incertezas

Desde o século XIX, os avanços do saber científico vêm destruindo mitos, dogmas e certezas há muito tempo arraigados. O avanço científico também contribui para tornar, ao mesmo tempo, o mundo mais manipulável, menos misterioso e cheio de segredos, e mais desencantado, dessacralizado, banalizado. Como vai diagnosticar Nietzsche, ainda no fim do século XIX, Deus estava morrendo como explicação para as coisas da natureza e para as coisas humanas. O que ele chamou de morte de Deus, o sociólogo Max Weber nomeou de dessacralização do mundo. Mesmo com a oposição cerrada das religiões institucionalizadas, as verdades científicas foram ganhando cada vez maior prestígio social, à medida que eram produzidas e legitimadas por instituições como as universidades, que, com o apoio do Estado, ganham crescente autonomia e recursos, tornando-se o que poderíamos nomear de centrais de distribuição de sentido dominantes. Mas a batalha pela prevalência do saber científico sobre o saber religioso e qualquer outra forma de saber alternativa e minoritária, como as medicinas tradicionais, as simpatias e rezas curativas, a homeopatia, o saber das parteiras, o saber de curandeiros e barbeiros, se travou, sobretudo, através da imprensa e das publicações científicas especializadas, como as revistas e periódicos, que surgem e ganham notoriedade e importância tal que o historiador britânico Benedict Anderson chamou de o surgimento do capitalismo editorial que, para ele, desempenhou papel decisivo na própria legitimação da ideia de nação ao veicular os discursos nacionalistas.

Foram das descobertas científicas que emergiram o que podemos chamar de grandes feridas narcísicas na pretensão, muito presente no século XIX, pretensão central no discurso humanista, de superioridade dos homens sobre os outros animais ou de sua superioridade e prevalência sobre todas as coisas do mundo, que eram garantidas, por um lado, pelo discurso religioso, ao colocá-lo como a única criatura que teria a imagem semelhante a do criador, Deus, e, por outro, ao ser definido, no discurso filosófico, como o único ser dotado de Razão. No entanto, a publicação do livro A origem das espécies, em 1854, por Charles Darwin, enunciando a teoria da evolução, a partir do estudo sistemático dos fosseis de hominídeos, encontrados em várias partes da terra, punha por terra a excepcionalidade da criatura humana em relação às demais criaturas. O homem é o resultado de um processo de evolução natural e, portanto, nada tem de excepcional em relação a seus congêneres animais. Embora essa descoberta científica não necessariamente implique a negação da existência de Deus, que cientificamente não pode ser afirmada ou negada, pois falta em relação a ela o que é fundamental para qualquer ciência poder afirmar ou negar algo: a presença de evidencias materiais, embora através do discurso da fé tudo possa ser afirmado como evidência de sua presença, a teoria criacionista e o relato bíblico sobre a origem humana quedou atirada para o campo dos mitos (guardem essa palavra que será importante na análise), a partir das descobertas de Darwin.

Entre o final do século XIX e o início do século XX, a descoberta e enunciado da existência e da importância do inconsciente por Sigmund Freud, assentou um duro golpe na definição racionalista do ser humano. Com Freud descobrimos que muito do que fazemos, muito do que realizamos, não possui apenas e exclusivamente intenções racionalmente estabelecidas, não são apenas produto da racionalidade. Aquele ser da Razão, seguro de si e cheio de certezas, se descobre habitado por forças que a própria razão não consegue controlar: o desejo, a libido, as pulsões, o inconsciente, que participam de nossas decisões e de nossas ações tanto quanto o raciocínio, a consciência, a racionalidade, a reflexão. As próprias verdades científicas, a própria pesquisa científica, podem ser interrogadas quanto as suas motivações inconscientes, desejantes. O filósofo Gaston Bachelard propõe que se faça uma psicanálise do saber científico, já que esse também estaria motivado e habitado por desejos e pulsões inconscientes. O próprio Freud colocou as religiões como o cultivo de uma ilusão, como a busca de consolo e justificativas para uma condição humana, que considera trágica, por ser a experiência de alguém que morre, que é finito e que sabe disso. O ser do homem, como dirá o filósofo alemão Martin Heidegger, é um ser para a morte, um ser que vive num mundo que é temporal, que é histórico, e portanto, fadado à mudança, à transformação e à finitude. Com Heidegger se inaugura uma reflexão sobre o ser do homem que não é mais metafísica, ou seja, não pensa esse ser como algo fora do mundo, fora da história, fora do tempo, um ser que transcenderia a existência mortal. A busca da transcendência religiosa ou filosófica, ou seja, a busca de uma vida após a vida terrena, mundana, uma vida em que o espírito se separaria do corpo mortal e sobreviveria numa imortalidade incorpórea, sofre assim um duro golpe.

A própria afirmação do saber histórico, no século XIX, sua transformação paulatina em profissão e sua centralidade na explicação do ser do homem e da natureza, na modernidade, produz o questionamento das verdades que se pretendem eternas, imutáveis, infensas aos efeitos da passagem do tempo. Entre os fins do século XVIII e o início do século XIX, se inaugurou no Ocidente uma nova maneira de se pensar e de se relacionar com o tempo: ele agora se torna uma flecha que se dirige para o futuro, uma linha que se estende entre o passado e o futuro, para onde se dirige. Filósofos da importância de Kant e de Hegel já colocaram a história como o fio condutor do seu pensar sobre a condição humana. Eles supõem, no entanto, que os homens, na história, cumprem uma missão, realizam uma tarefa que lhes é ditada pela natureza e pela divindade. É com as filosofias de Nietzsche e Karl Marx, que a divindade é afastada de qualquer implicação com a história humana. Os homens quedam sozinhos e abandonados num mundo em que eles é que têm que produzir, com sua inteligência e com seu trabalho, com a linguagem e com a sua disposição para a luta. Com esses dois pensadores, a verdade que antes era vinda de outro lugar que não as coisas do mundo, a verdade com letra maiúscula, a verdade divina, queda relegada as coisas humanas e mundanas. Em Nietzsche a verdade se torna a versão da realidade produzida pelos vencedores, pelos poderosos. Nietzsche retira qualquer inocência diante das verdades, elas são desse mundo e quase sempre têm origens pouco lisonjeiras, pois elas nascem da imposição dos conceitos dos vencedores à realidade dos vencidos. Em Nietzsche, a verdade é inseparável da luta pelo poder, ela nasce da vontade de poder e a ela serve. Já Marx, embora separe o discurso científico do discurso ideológico, não deixa de reforçar que as verdades e certezas são desse mundo, são produto da luta entre as classes sociais e devem ser interrogadas e questionadas a partir da materialidade do mundo e de sua historicidade.

Esses pensadores, bem como os avanços em todos os campos da ciência, como Albert Einstein levando a uma outra compreensão da natureza com a teoria da relatividade geral, derrogando muitos aspectos da física newtoniana; a descoberta do rádio que levou ao desenvolvimento da energia atômica, destruindo a imagem anterior do átomo; a descoberta do DNA e todo desenvolvimento da genética geraram o crescimento das incertezas, das dúvidas, com o desprestígio e superação de saberes e teorias que ofereciam um mundo a mão, um mundo de leis fixas e imutáveis. De uma natureza mecânica, de uma natureza determinista e fixista caminhamos para uma natureza probabilística, uma natureza indeterminada, uma natureza em constante transformação. A flecha do tempo passou a habitar a própria natureza, tudo o que era sólido se desmanchou no ar. O uso mortífero feito das descobertas cientificas nas duas grandes guerras mundiais e ao longo da guerra fria gerou medo, desprestígio e desconfiança em relação à ciência que, passou, a partir dos anos 1970 a ser duramente questionada quanto a ausência de reflexões sobre ética e sobre as consequências políticas de suas descobertas. Ao invés de produzir certezas, ela caminhou para ser vista como um perigo a mais num mundo inseguro e ameaçador. Já no final dos anos 1970, no interior do que se chamou de movimento de contracultura, saberes que antes foram alijados como supersticiosos e charlatanices foram retomados no Ocidente. O interesse da juventude pelos saberes vindos do oriente, inclusive pela medicina e práticas religiosas e filosóficas orientais, denunciam esse desencanto com a própria ciência ocidental, que se denuncia cada vez mais comprometida com o acúmulo de capital, com a lógica de mercado, com uma visão utilitarista, mercantil e de classe. As grandes industrias químicas, farmacêuticas, alimentares, cosméticas, deixam claro a imbricação entre ciência e interesses comerciais e financeiros. O uso da ciência para produzir artefactos que podem levar à destruição da própria espécie, aumentou a desconfiança e as incertezas, e fragilizou politicamente a posição do saber científico perante o retorno crescente das mitologias, dos saberes alternativos, das práticas religiosas, também cada vez mais comprometidas com a visão de mundo da burguesia e agora amparadas por técnicas de propaganda e marketing desenvolvidas para a venda de mercadorias. O mercado dos saberes alternativos e o mercado religioso se aquecem à medida em que os meios de comunicação alcançam maior presença e audiência, em todo mundo, trazendo para dentro da casa das pessoas, todos os dias, tudo o que de pior acontece em todo o planeta. A angústia coletiva se acentua com esse espetáculo cotidiano de horror e de sofrimento, de violência e de desespero. Surge um mundo cada vez mais cético e niilista, que se torna ainda mais quando as grandes utopias políticas vindas do século XIX fracassam: o liberalismo, já duramente contestado ainda no inicio do século XX pelas ideologias totalitárias de direita e de esquerda, se vê retomado com o neoliberalismo, notadamente após o fim da guerra fria, tendo produzido por onde foi aplicado, miséria, desigualdade social, aprofundamento dos privilégios, precarização dos serviços públicos e da vida, incertezas quanto ao futuro, subordinação do Estado à lógica privatista e do mercado, enfraquecimento da soberania nacional; o socialismo e o comunismo, após dar origem a regimes totalitários e ditatoriais, acabou por perderem prestígio e adesão em todo mundo, com a declínio político de suas agremiações e com o fim do chamado socialismo real, pondo em questão as próprias utopias e a própria atividade de militância política, contribuindo, junto com o neoliberalismo, para a produção de subjetividades cada vez mais individualistas, pouco solidárias, com dificuldade de conviver com o outro e aceitar a alteridade. A própria democracia e a república, duas utopias fundantes da modernidade, se veem atingidas por esse niilismo, por essa falta de esperanças, que se arraigam na impossibilidade de dar crédito a qualquer certeza, a qualquer convicção mais firme no campo da política.

Tudo isso é um caldo de cultura perfeito para o crescimento da extrema-direita que promete a volta a um mundo de certezas absolutas. O espetáculo que vemos nesses primeiros dias do governo Bolsonaro, que talvez rapidamente consiga a palma do mais caricato entre os regimes de extrema-direita no mundo, em muito se deve a essa busca pela volta a um mundo cheio de certezas irrevogáveis e eternas. O fato do governo Bolsonaro ter como guru o dito filósofo Olavo de Carvalho, que indicou os ministros do governo que mais se destacam pelo exotismo e pela bizarrice de suas ideias e práticas, é muito significativo. Olavo de Carvalho se dedicou ao estudo da astrologia, ou seja, militando num tipo de saber alternativo desqualificado, no Ocidente, pelo saber científico. Trabalhou como jornalista na revista Planeta, que se destacou por trazer ao país reportagens sobre temas e saberes considerados minoritários como ufologia, levitação, mediunidade, seres extraterrestres, medicina oriental, etc. Ele nunca concluiu o curso superior de filosofia que iniciou, mas de maneira autodidata se dedicou ao estudo comparado de religiões e passou a oferecer material, inicialmente escrito, com sua visão muito particular da filosofia e das descobertas científicas. Cedo ele descobriu que contrariar as grandes descobertas cientificas causava choque e chamava a atenção para ele de um público que via na ciência um saber distante, um saber arrogante e que vinha destruir as certezas que sustentavam a vida das pessoas. Com as redes sociais Olavo se fez o guru de todos aqueles ressentidos e intimidados pelo desabar de certezas seculares por parte da ciência. Alimentando um traço presente em todo regime de extrema-direita, o anti-intelectualismo, adotando a postura de um outsider, de alguém contrassistêmico, alguém que tem coragem de afrontar o establishment acadêmico, usando o deboche, o chiste e uma retórica agressiva e, por vezes, chula, ele aparece, justamente como aquele sábio que, no entanto, não adota a linguagem esotérica da ciência, que fala como um mortal comum, indignado com o que passou a chamar de marxismo cultural, associando o saber produzido na universidade com o comunismo por, justamente, querer retirar da produção de saber a sua dimensão crítica, para alojá-lo novamente no campo do dogma, da certeza e da fé, da afirmação e do enunciado bombástico e escandaloso, que no entanto, não se apoia em nenhuma evidência e não nasce de nenhuma pesquisa rigorosa e sistemática. Ele passou a fazer o maior sucesso entre os internautas, mesmo dizendo as maiores sandices, mesmo pondo em questão anos e séculos de pesquisa científica. A defesa de seu individualismo intelectual, ao mesmo tempo que vem de encontro ao individualismo presente na vida coletiva hoje vai de encontro ao saber científico que, quase sempre, exige o esforço coletivo para sua produção. Olavo de Carvalho vende a seus discípulos, e os ministros das Relações Exteriores, da Educação e o presidente do INEP são belos exemplos disso, que se pode dizer qualquer coisa, que o saber ou a teoria individual vale tanto quanto os esforços de pesquisa coletivos levados a efeitos por décadas. Ele fomenta o consagração da opinião, do achismo, em detrimento da pesquisa controlada por regras institucionais, por isso também abomina a participação do Estado ma produção do conhecimento, pois ele significaria a prevalência dos interesses coletivos sobre o interesse individual. Ele estimula o que seria a genialidade pessoal e individual sem esforço, algo bem típico das redes sociais, aquele que pontifica sobre qualquer coisa sem muito esforço e estudo para isso. Ser diferente, ser exótico, ser até bizarro parece a máxima olavista, mesmo que para isso se entronize a idiotice e a besteira, a falta de inteligência e a ignorância, tudo com ar arrogante de sabedoria, desde que tudo seja apresentado como certezas irrevogáveis e inquestionáveis. A forma de pensar olavista é autoritária e fascista por não dar lugar ao contraditório, a incerteza, a dúvida, ao questionamento, a problematização, sem os quais não há saber científico. A ciência, ao contrário do que muitos pensam, não é o lugar da verdade inquestionável e absoluta; pelo contrário, é o lugar onde a refutação e a reelaboração é sempre possível. O erro faz parte da ciência, é a ela inerente e indispensável, só se aprende errando. No mundo olavista e bolsonarista não há lugar para dúvidas, para incertezas, para questionamentos, para refutações. É o retorno do mundo das certezas absolutas, mesmo que saiam de uma única cabeça, que devorou e misturou mal leituras e falácias as mais disparatadas, tanto que a produção de disparates é o gênero mais cultivado nessas hostes.

O fenômeno Damaris Alves, que mereceria um estudo à parte, apenas é a encarnação de uma hostilidade crescente em relação ao discurso científico por seu potencial desestabilizador e desterritorializador de subjetividades e sujeitos já fragilizados e precarizados por suas condições e histórias de vida. Um ser sequelado precisa de certezas para se apegar e justificar sua existência. A fala da ministra em que diz que por muito tempo se deixou a ciência ao cientistas, embora do ponto de vista lógico não seja um primor (ela é campeã da produção de ilogismos e não de silogismos), deixa claro que agora a ciência deve ser feita pelos religiosos (o que fariam deles cientistas, portanto, beco sem saída), deixa claro o anti-intelectualismo e a rejeição da ciência por parte dos próceres da extrema-direita. Todas as suas homilias, em sua igreja, tem como alvo a educação, a escola, onde estariam sendo gestados sujeitos hostis a religião e adestrados para tudo que ela considera de pior. A hostilidade da extrema-direita aos professores, a educação, a ciência, visa, justamente, combater a hegemonia conquistada pelo saber científico na sociedade. Damaris está longe de ser inocente, ela faz parte de um ataque sistemático à inteligência, à critica e à racionalidade, sem a qual o discurso farisaico das religiões sem qualquer apuro teológico e filosófico não se sustenta. Trata-se de disseminar o pânico, o medo, o preconceito, a rejeição, emotiva e não racionalmente produzidos, contra o que seriam os agentes da crítica e da racionalidade. Os materiais que utiliza, que atribui a materiais usados na escola, mostram a sua má-fé, o maquiavelismo de uma atuação de deslegitimação do discurso cientifico e daqueles que o sustentam. Se não há argumentos racionais para se contrapor a esses saberes, trata-se de criar a rejeição preconceituosa, obscurantista, através da mobilização passional das pessoas, a maioria delas completamente desinformadas sobre o que se passa no mundo da ciência, um mundo, por culpa de seus agentes, fechado, hermético, pouco claro e explicitado para a população que o financia. A crítica ao que se chamou de ideologia de gênero explicita bem isso. Sendo ela uma crítica ideológica e desinformada sobre o que cientificamente se produziu sobre as questões de gênero, tem sucesso ao desinformar e inverter ideologicamente o que são informações científicas. Os estudos de gênero acertam um golpe fatal na naturalização de nossas identidades de gênero, nas certezas de que todo mundo nasce, por um desígnio divino ou da natureza, masculino ou feminino. O fim do binarismo de gênero, a emergência de várias possibilidades de escolha de objeto sexual, de relacionamento afetivo, de parceria sexual, de corporalidade, de genitalidade, de identidade de gênero, gera um mundo cheio de incertezas e causa angústia e rejeição por parte daqueles que querem um mundo binário e bicolor (menino veste azul, menina veste rosa, naturalizando o que é uma mera convenção social, pois vestir rosa ou azul nada tem que ver com as escolhas afetivas e sexuais). Enquanto os estudos de gênero fazem pesquisas com a diversidade de seres concretos existentes na sociedade, o discurso que o nega condena abstratamente esses seres a inexistência, a invisibilidade, a anormalidade e, em extremos, ao extermínio. O que se quer com o voto na extrema-direita é a volta a um mundo menos complexo, menos movente, menos instável, menos difícil de com ele lidar e nele se situar. Se quer um mundo simplista e determinista, cheio de certezas inquestionáveis, tidas como naturais ou divinas, se quer um mundo determinista e naturalizado, um mundo onde se saiba sempre dizer algo óbvio, embora obtuso, sobre “isso aí”. Elegeu-se um mito porque muitos aspiram que nos alimentemos apenas de mitologias, que as verdades científicas, incomodas, passageiras, relativas a abordagens, tecnologias de pesquisa, tempos e espaços, deem lugar ao culto, ao grito ritual, nem que seja, aquele grito burlesco e primal: Whatsapp, Whatsapp! Facebook, Facebook!

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Durval Muniz de Albuquerque Jr. é professor, historiador e escreve aos domingos

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