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Quase 200 pessoas foram mortas por razões políticas no país em 5 anos

O Brasil é um dos países mais perigosos para ativistas de Direitos Humanos

Um levantamento realizado pelo jornal Estado de São Paulo contabiliza 194 lideranças políticas e ativistas de movimento sociais assassinados nos últimos cinco anos. Entre os mortos estão referências quilombolas, camponeses, sindicalistas e indígenas no campo e na cidade. Nos três primeiros meses de 2018, já foram assassinados 12 militantes, o equivalente ao dobro de lideranças mortas no mesmo período do ano passado.

O jornal Estado de S. Paulo monitora assassinatos de agentes políticos há cinco anos. O trabalho envolve acompanhar informações de tribunais, cartórios, entidades de direitos humanos e acervos de Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs).

A Anistia Internacional divulgou em 2017 que o Brasil é um dos países mais perigosos para ativistas de Direitos Humanos. Desde a Lei da Anistia, em 1979, 1.345 pessoas foram mortas por motivações políticas no Brasil.

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