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Sem pressa, ministro Pazuello anuncia o início da vacinação “no dia D e na hora H”

Com o registro de mais de 200 mil mortes, o Governo Bolsonaro segue sem pressa na corrida pela vacina contra a Covid-19 e não parece se incomodar em se tornar motivo de chacota no mundo. Em entrevista coletiva concedida nesta segunda-feira, 11, no estado do Amazonas, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que a imunização no país será iniciada “no dia D e na hora H”.

Enquanto mais de 50 países já deram início à primeira fase da vacinação, no Brasil governos municipais e estaduais sofrem com a falta de uma coordenação nacional por parte do governo federal e precisam enfrentar o desafio de convencer a população sobre a eficiência da vacina contra o novo coronavírus e superar questões ideológicas no combate a uma pandemia sem precedentes na história recente.

O Rio Grande do Norte, por exemplo, já definiu a logística de vacinação em três fases, a partir dos grupos prioritários.

Para agravar a situação no Brasil, num cenário de escassez, dezenas de entidades representando membros da sociedade civil e profissionais da saúde estão buscando o cumprimento do dever do estado brasileiro de garantir a vacinação universal, pública e gratuita.

Isso porque, no início da semana passada, circulou a informação que representantes da Associação Brasileira de Clínicas de Vacinas foram a Índia para saber mais sobre a produção local.

No entanto, para as instituições que lançaram a carta Vacinar no SUS é um direito de todas e todos e um dever do Estado, governos municipais e estaduais, Congresso Nacional, Ministério Público e Judiciário têm o papel de não permitir que a vacinação privada contra a covid-19 ocorra em detrimento do SUS.

 

 

 

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