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Verba arrecadada com multas será usada para recuperar estradas no RN

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O dinheiro arrecado pelo Detran do Rio Grande do Norte em multas de trânsito será usado pelo Governo para investir em recuperação e manutenção de estradas. A governadora Fátima Bezerra lançou nesta quinta-feira (5) um plano de recuperação da malha viária estadual.

Ao todo, serão investidos R$ 13 milhões para recuperar as rodovias do Estado até o final de 2019. O programa vai além do tradicional e paliativo tapa-buracos. A ideia, segundo a governadora, é que o Departamento de Estradas e Rodagens se responsabilize pela execução e manutenção permanente dos trabalhos. Dos R$ 13 milhões disponíveis, R$ 8 milhões serão empregados nas estradas propriamente e R$ 5 milhões na sinalização.

“Há dez anos não havia investimento na sinalização. Estamos devolvendo os recursos das multas à sociedade, aplicando na melhoria das estradas e na sinalização, o que vai garantir condições regulares de trafegabilidade e mais segurança para todos”, afirmou a governadora.

O Governo concluiu um levantamento completa das rodovias estaduais, identificou as necessidades e as áreas prioritárias.

As estradas com maior tráfego nos sete distritos rodoviários do Estado – em todas as regiões – serão as primeiras a receber os serviços. Segundo o diretor do DER, Manoel Marques, dos mais de 3 mil quilômetros da malha estadual, 1.200 estão em condições regulares de trafegabilidade.

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“Existe uma diferença entre o que foi feito em gestões anteriores e o que vamos fazer agora. O plano de conservação não ficará restrito apenas ao tradicional tapa-buracos. Vamos fazer ainda a capinação dos acostamentos, limpeza dos canais de drenagem e manter um programa de manutenção preventiva nas estradas recuperadas”, explicou o diretor do DER Manoel Marques.

Durante as obras o DER vai sinalizar o eixo central das rodovias para dar maior segurança aos motoristas e indicar os locais de ultrapassagem permitida e proibida.

Nos primeiros meses do ano, o DER investiu R$ 6,3 milhões nas rodovias estaduais com recursos da Contribuição de Intervenção sobre o Domínio Econômico (CIDE). Este valor, entretanto, foi suficiente apenas para atender 45% das obras necessárias.

 

 

 

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Rafael Duarte
Jornalista e autor da biografia "O homem da Feiticeira: A história de Carlos Alexandre"

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